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Novas tecnologias criando novas formas e necessidades de trabalho

Em plena era da internet ninguém ousa pensar que qualquer coisa é sólida o suficiente para resistir às mudanças inevitáveis que o mundo observa acontecerem. Na famosa frase de Marshall Berman, “Tudo que é sólido desmancha no ar”, isso se aplica a virtualmente qualquer certeza que qualquer um possa ter.

Em termos de trabalho, relevância profissional e necessidades de mercado, eis aí uma verdade: o ciclo é contínuo, e na mesma velocidade que determinadas posições e aspectos se tornam irrelevantes, outros surgem para tomar seu lugar. É um ciclo imparável de desenvolvimento, criação e suprimento de novas necessidades.

São várias as indústrias que mudaram por completo, até as que surgiram recentemente para padrões históricos. O conceito por trás dos games ganhou tanta força que se embrenhou em todos os setores da sociedade. Do fã de cassino, que pode aproveitar o código bônus bet.pt para apostar ao idoso que descobriu a diversão dos jogos mobile, tudo mostra não só o desenvolvimento do setor, mas a importância crescente da área, que movimenta bilhões todos os anos e está em franco crescimento.

O caso dos casinos online é ainda mais impressionante, gerando inclusive mudanças na legislação. Portugal, por exemplo, mudou suas leis no meio da década passada para garantir segurança jurídica, empregos e arrecadação de impostos. Tudo isso por causa de cartas, caça-níqueis e dados que não existem no mundo real, só no virtual.

E esse setor está longe de ser o único em constante disrupção e alterando tudo a sua volta.
Vale a pena, por isso mesmo, conhecer alguma das profissões que mais mudaram e outras que nasceram nos últimos anos, seguindo uma tendência de encurtamento de distâncias, intercomunicação integrada e desenvolvimento tecnológico em várias direções.

Necessidades novas exigindo novos profissionais

Não importa o setor e nem o país, é quase impossível comparar determinada indústria de hoje com a de 30 anos atrás. Seja na então pioneira e hoje poderosa indústria de games ou na mais simples varejista primária, a lógica por trás do processo produtivo (e de consumo) se alterou.

Claro que a primeira inovação que vem à mente, com razão, é a internet; a forma como a web transformou não apenas a relação de trabalho, mas o panorama socioeconômico como um todo passou, em muitas formas, a reger carreiras desde a primeira educação e sem ponto de parada previsto.

Esse tipo de situação foi justamente o que impulsionou, entre outras coisas, novos cursos universitários e mesmo novas profissões que, até poucos anos atrás, eram impensáveis.

Profissões que estão crescendo

Quem não mantiver um olhar atento ao que acontece no mercado de trabalho pode e vai ficar para trás; a década de 2010 já chegou ao fim e com ela a ideia de que apenas as mídias sociais, por exemplo, eram o caminho de profissão do futuro.

Claro que os social media se tornaram parte integrante não apenas do seu setor de atuação – que é virtualmente ilimitado – mas seria um sofisma perigoso achar que é somente nas relação interpessoais da internet que mora o desenvolvimento do mercado.

Um setor que certamente merece a atenção é o de desenvolvimento de jogos, indústria que quando surgiu, nos anos 1970/80, era considerada totalmente de nicho; hoje, o desenvolvedor de jogos é um dos profissionais mais cobiçados pelas grandes marcas, especialmente aquelas já especializadas em tecnologia.

Robotização ainda é ameaça

Desde que o conceito de automação se tornou realidade, há mais de 200 anos, existe um certo medo de que as máquinas tomem o lugar das pessoas na linha de produção.

Exemplos na realidade não faltam, como tem acontecido em alguns setores, e mesmo em termos de produção cultural o medo é frequentemente representado – quem não se lembra do papel de Will Smith em “Eu, Robô” perguntando à máquina inteligente se ela seria capaz de escrever uma obra prima ou compor uma sinfonia – no que ela responde: “e você é?”.

Ficção à parte, o exemplo do filme de 2004 demonstra um medo comum a qualquer trabalhador, que é o de ser substituído pela inteligência artificial.

Uma das linhas de defesa contra isso, porém, continua sendo a criatividade – e aq ui vale bater na tecla do desenvolvimento de jogos novamente, bem como valeria para qualquer produtividade criativa. Claro que algoritmos e inteligências artificiais estão aí e servem seus propósitos, mas elas não capazes de tomar o lugar do cérebro humano em termos de paixão, criatividade e sentimento – ao menos, claro, por agora.

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